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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

INDÍGENAS MAKÁ DO PARAGUAI - VENDA DE ARTESANATO PARA SUBSISTÊNCIA

Mulheres Maká vendendo artesanato na Rua da Palma, em Asunción/Paraguay

Los makás, mac'as o macás son un pueblo indígena del Chaco Boreal en el Paraguay, que viven principalmente en la Nueva Colonia Indígena Maká, ubicada en la localidad de Mariano Roque Alonso, en los suburbios de la ciudad de Asunción. De acuerdo con el censo de 19951 serían unas 845 personas.
Su lengua forma parte de la familia lingüística mataco-guaycurú, subfamilia mataco-mataguaya, diferenciándose los dialectos mak'a o towolhi y el enimaga o kochaboth. Pocos conocen el castellano o el guaraní paraguayo.
La Colonia Fray Bartolomé de las Casas en el Departamento Presidente Hayes fue establecida a principios de la década de 1940 con indígenas trasladados desde el interior del Chaco después de la Guerra del Chaco debido a la desaparición de sus áreas de caza. Su territorio originario estaba entre las nacientes de los ríos Confuso y Montelindo, afluentes del río Paraguay. Posteriormente se asentaron en la colonia otros grupos dispersos y en 1985 fueron relocalizados en la Nueva Colonia Indígena Maká. Una de sus principales actividades es la venta de artesanías.
 
Fonte: wikipédia




domingo, 6 de fevereiro de 2011

SILVIA NOBRE WAIÃPI: Primeira mulher indígena a ser incorporada ao Exército brasileiro


 DO DIÁRIO DE PERNAMBUCO (06.02.2011)

Em mais uma conquista das mulheres e minorias étnicas, o Exército brasileiro incorporou a primeira tenente índia. Sílvia Nobre Waiãpi, que nasceu no Amapá e é da etnia Waiãpi, concorreu com cinco mil candidatos e foi aprovada com uma das melhores pontuações no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Rio de Janeiro (CPOR) onde faz estágio.





Natural do Amapá, da etnia Waiãpi, Silvia é formada em artes e fisioterapia e está fazendo pós-graduação em gênero e sexualidade pelo Instituto de Medicina Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).
A nova oficial do Exército quer que seu exemplo possa inspirar outros jovens índios espalhados por milhares de aldeias no território nacional, que muitas vezes ficam sem alternativa profissional e acabam caindo no isolamento, no vício das drogas ou até na criminalidade.
“Eu lutei para chegar até aqui, respeitando todos os ensinamentos que aprendi com os meus antepassados. Porque um povo que não preserva a sua identidade e nem guarda a memória dos seus mortos não sabe de onde veio e nem para onde vai”, afirmou Sílvia.
A militar considera fundamental a integração dos índios à sociedade formal, principalmente por meio da continuidade dos estudos. “É importante que todos os indígenas estejam inseridos nesta sociedade", disse.
Sílvia vê um papel decisivo das Forças Armadas na política indigenista do país, pois os militares têm meios e pessoal para chegar a comunidades muito afastadas e de difícil acesso, levando apoio social e exercendo ações na área de saúde.
“O Exército salvaguarda as fronteiras e a soberania do país em locais muitas vezes esquecidos. As Forças Armadas servem de suporte e apoio, com hospitais de campanha e atendimento às populações ribeirinhas.”
Ela vai passar os primeiros seis meses fazendo estágio como aspirante a oficial, quando será promovida a tenente. “Eu escolhi o Exército porque aqui eu posso ser igual a todo mundo. Aqui tem lugar para brancos, para negros, para índios. É uma força que integra toda a sociedade brasileira.”


Do site:
http://exame.abril.com.br/economia/brasil/noticias/primeira-tenente-india-e-incorporada-ao-exercito-brasileiro